COLABORADORES

LIDERANÇAS LOCAIS

Edervan é técnico florestal pelo CETAM e gestor ambiental pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Tem atuado desde 2013 no convênio ASPROC e Natura para fortalecimento da cadeia produtiva das oleaginosas e melhoria da gestão das organizações de base comunitária, incluindo além da Cooperativa Mista de Desenvolvimento Sustentável e Economia Solidária da Reserva Extrativista do Médio Juruá (CODAEMJ).
EDERVAN VIEIRA
Diretor da CODAEMJ
Edervan é técnico florestal pelo CETAM e gestor ambiental pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Tem atuado desde 2013 no convênio ASPROC e Natura para fortalecimento da cadeia produtiva das oleaginosas e melhoria da gestão das organizações de base comunitária, incluindo além da Cooperativa Mista de Desenvolvimento Sustentável e Economia Solidária da Reserva Extrativista do Médio Juruá (CODAEMJ).
EDERVAN VIEIRA
Diretor da CODAEMJ
Fernanda é uma líder comunitária proeminente que conhece muito bem a realidade das comunidades rurais no rio Juruá.
FERNANDA DE ARAÚJO MORAES
Liderança da comunidade do Lago Serrado
Fernanda é uma líder comunitária proeminente que conhece muito bem a realidade das comunidades rurais no rio Juruá.
FERNANDA DE ARAÚJO MORAES
Liderança da comunidade do Lago Serrado
Franciney é jovem líder com uma enorme experiência em monitoramento participativo. Ele trabalha em estreita colaboração com nossa equipe nos últimos 10 anos.
FRANCINEY SILVA DE SOUZA
Liderança da comunidade Xué
Franciney é jovem líder com uma enorme experiência em monitoramento participativo. Ele trabalha em estreita colaboração com nossa equipe nos últimos 10 anos.
FRANCINEY SILVA DE SOUZA
Liderança da comunidade Xué
Vigia é um líder comunitário muito experiente e presidente da AMAS-5. Ele é particularmente conhecedor do manejo comunitário de tartarugas de água doce.
FRANCISCO DE SOUZA LIMA
Liderança comunitária e Presidente da AMAS -5
Vigia é um líder comunitário muito experiente e presidente da AMAS-5. Ele é particularmente conhecedor do manejo comunitário de tartarugas de água doce.
FRANCISCO DE SOUZA LIMA
Liderança comunitária e Presidente da AMAS -5
Gilberto Olavo é um gerente da RDS Uacari que lidera muitas atividades nas reservas do rio Juruá. Gilberto ajuda na implementação de diversos projetos aplicados que ajudam no fortalecimento e gerenciamento das áreas protegidas.
GILBERTO OLAVO
Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari
Gilberto Olavo é um gerente da RDS Uacari que lidera muitas atividades nas reservas do rio Juruá. Gilberto ajuda na implementação de diversos projetos aplicados que ajudam no fortalecimento e gerenciamento das áreas protegidas.
GILBERTO OLAVO
Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari
José é conhecido como “rei do arapaima” devido a suas habilidades na pesca de arapaima. José também é presidente da Associação de Moradores da RDS Uacari (AMARU), uma associação local que trabalha em estreita parceria com o Instituto Juruá.
JOSÉ DE ARAÚJO MEDEIROS
Liderança da comunidade Xibauazinho e Presidente da AMARU
José é conhecido como “rei do arapaima” devido a suas habilidades na pesca de arapaima. José também é presidente da Associação de Moradores da RDS Uacari (AMARU), uma associação local que trabalha em estreita parceria com o Instituto Juruá.
JOSÉ DE ARAÚJO MEDEIROS
Liderança da comunidade Xibauazinho e Presidente da AMARU
Luciene Lima é diretora e coordenadora da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade Nova Esperança (AANE) e membro da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá (ASMAMJ). Luciene é instrutora de Saboaria Ecológica Artesanal e vem apoiando a área do entorno da RESEX Médio Juruá com oficinas gratuitas para as mulheres na produção de materiais de limpeza. É moderadora, secretária e tesoureira do Conselho de Lideranças da Comunidade Nova Esperança. Além disso, atua também como professora, bibliotecária voluntária e mediadora de leitura da associação Vaga Lume.
LUCIENE LIMA
Diretora e Coordenadora da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade Nova Esperança (AANE)
Luciene Lima é diretora e coordenadora da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade Nova Esperança (AANE) e membro da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá (ASMAMJ). Luciene é instrutora de Saboaria Ecológica Artesanal e vem apoiando a área do entorno da RESEX Médio Juruá com oficinas gratuitas para as mulheres na produção de materiais de limpeza. É moderadora, secretária e tesoureira do Conselho de Lideranças da Comunidade Nova Esperança. Além disso, atua também como professora, bibliotecária voluntária e mediadora de leitura da associação Vaga Lume.
LUCIENE LIMA
Diretora e Coordenadora da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade Nova Esperança (AANE)
Manoel Cunha é um dos líderes ambientais mais importantes da Amazônia. Ele nos ajuda a elaborar projetos que podem ser aplicados em larga escala, atendendo adequadamente às demandas e aspirações sociais das comunidades locais.
MANOEL CUNHA
Liderança da comunidade São Raimundo e Gestor da Reserva Extrativista do Médio Juruá
Manoel Cunha é um dos líderes ambientais mais importantes da Amazônia. Ele nos ajuda a elaborar projetos que podem ser aplicados em larga escala, atendendo adequadamente às demandas e aspirações sociais das comunidades locais.
MANOEL CUNHA
Liderança da comunidade São Raimundo e Gestor da Reserva Extrativista do Médio Juruá
Manoelzinho, como é chamado, é presidente da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC), uma organização fundamental no empoderamento das comunidades locais frente às más condições de trabalho impostas pela exploração da borracha no passado. Manoelzinho é uma grande liderança local e desempenha um grandioso trabalho para assegurar o bem estar das comunidades rurais amazônicas associado à proteção da biodiversidade.
MANOEL SIQUEIRA
Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC)
Manoelzinho, como é chamado, é presidente da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC), uma organização fundamental no empoderamento das comunidades locais frente às más condições de trabalho impostas pela exploração da borracha no passado. Manoelzinho é uma grande liderança local e desempenha um grandioso trabalho para assegurar o bem estar das comunidades rurais amazônicas associado à proteção da biodiversidade.
MANOEL SIQUEIRA
Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC)
Maria é moradora da comunidade São Raimundo, na Reserva Extrativista Médio Juruá. Ela tem 27 anos, é técnica de produção sustentável em unidades de conservação, agente ambiental voluntária e mediadora de leitura pela Associação Vagalume.
MARIA CUNHA
Agente Ambiental Voluntária (AAV)
Maria é moradora da comunidade São Raimundo, na Reserva Extrativista Médio Juruá. Ela tem 27 anos, é técnica de produção sustentável em unidades de conservação, agente ambiental voluntária e mediadora de leitura pela Associação Vagalume.
MARIA CUNHA
Agente Ambiental Voluntária (AAV)
Pha'avi é presidente da ASPODEX, uma associação indígena do rio Xeruã, tributário de Juruá. Os pha'avi nos ajudam a entender a demanda e as necessidades indígenas, uma vez que nosso projeto cobre toda a paisagem de Juruá.
PHA´AVI HAVA DENI
Liderança indígena da comunidade do Bioador e Presidente da Associação do Povo Deni do rio Xeruã (ASPODEX)
Pha'avi é presidente da ASPODEX, uma associação indígena do rio Xeruã, tributário de Juruá. Os pha'avi nos ajudam a entender a demanda e as necessidades indígenas, uma vez que nosso projeto cobre toda a paisagem de Juruá.
PHA´AVI HAVA DENI
Liderança indígena da comunidade do Bioador e Presidente da Associação do Povo Deni do rio Xeruã (ASPODEX)
Raimundo é morador da comunidade São Raimundo, localizada na Reserva Extrativista do Médio Juruá. Raimundo é técnico em produção sustentável em Unidades de Conservação pelo Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM), coordenador do grupo Jovens Protagonistas do Médio Juruá desde 2017 e representante da Associação de Moradores da Comunidade São Raimundo (AMECSARA) desde 2016.
RAIMUNDO NONATO CUNHA DE LIMA
Associação de Moradores da Comunidade São Raimundo (AMECSARA)
Raimundo é morador da comunidade São Raimundo, localizada na Reserva Extrativista do Médio Juruá. Raimundo é técnico em produção sustentável em Unidades de Conservação pelo Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM), coordenador do grupo Jovens Protagonistas do Médio Juruá desde 2017 e representante da Associação de Moradores da Comunidade São Raimundo (AMECSARA) desde 2016.
RAIMUNDO NONATO CUNHA DE LIMA
Associação de Moradores da Comunidade São Raimundo (AMECSARA)
Rosângela é uma jovem sonhadora. Moradora da comunidade São Raimundo - RESEX Médio Juruá, é técnica de produção sustentável, Agente Ambiental Voluntária, e no momento está cursando Pedagogia do Campo. Além disso, auxilia na coordenação de grupo de jovens da comunidade e é presidente da Associação das Mulheres Agroextrativista do Médio Juruá - ASMAMJ. Rosângela, sempre gostou da simplicidade de morar na floresta e desde de criança teve influência de querer proteger e cuidar desse tesouro chamado FLORESTA, e seu maior sonho é mudar o mundo, onde mulheres e homens sejam iguais.
ROSÂNGELA CUNHA
Associação de Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá (ASMAMJ)
Rosângela é uma jovem sonhadora. Moradora da comunidade São Raimundo - RESEX Médio Juruá, é técnica de produção sustentável, Agente Ambiental Voluntária, e no momento está cursando Pedagogia do Campo. Além disso, auxilia na coordenação de grupo de jovens da comunidade e é presidente da Associação das Mulheres Agroextrativista do Médio Juruá - ASMAMJ. Rosângela, sempre gostou da simplicidade de morar na floresta e desde de criança teve influência de querer proteger e cuidar desse tesouro chamado FLORESTA, e seu maior sonho é mudar o mundo, onde mulheres e homens sejam iguais.
ROSÂNGELA CUNHA
Associação de Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá (ASMAMJ)
Sumurivi é um líder indígena, com um enorme conhecimento tradicional que nos ajuda a guiar nossas práticas de conservação de maneira adequada e respeitosa.
SUMURIVI HAVA DENI
Liderança indígena da comunidade Itauba e Diretor da Associação do Povo Deni do Rio Xeruã (ASPODEX)
Sumurivi é um líder indígena, com um enorme conhecimento tradicional que nos ajuda a guiar nossas práticas de conservação de maneira adequada e respeitosa.
SUMURIVI HAVA DENI
Liderança indígena da comunidade Itauba e Diretor da Associação do Povo Deni do Rio Xeruã (ASPODEX)

PESQUISADORES COLABORADORES

Ana Carla desenvolve seu doutorado em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). É bióloga formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e se tornou mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Seu projeto em desenvolvimento foca em bioeconomia, na valoração dos serviços ecossistêmicos envolvidos nos sistemas de manejo participativos de pesca, buscando a recuperação populacional das espécies superexploradas, geração de renda e aumento da qualidade de vida dos povos locais.
ANA CARLA RODRIGUES
Universidade Federal de Alagoas
Ana Carla desenvolve seu doutorado em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). É bióloga formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e se tornou mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Seu projeto em desenvolvimento foca em bioeconomia, na valoração dos serviços ecossistêmicos envolvidos nos sistemas de manejo participativos de pesca, buscando a recuperação populacional das espécies superexploradas, geração de renda e aumento da qualidade de vida dos povos locais.
ANA CARLA RODRIGUES
Universidade Federal de Alagoas
Ana é ecóloga e doutora também em ecologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra). Atualmente é professora na Universidade Federal de Alagronoas atuando no Laboratório de Conservação no Século XXI (Lacos21). Atua principalmente nos seguintes temas: conservação da biodiversidade, Gestão de Unidades de Conservação, Serviços Ecossistêmicos Culturais, Cienciometria, Culturomica e divulgação científica.
ANA MALHADO
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Ana é ecóloga e doutora também em ecologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra). Atualmente é professora na Universidade Federal de Alagronoas atuando no Laboratório de Conservação no Século XXI (Lacos21). Atua principalmente nos seguintes temas: conservação da biodiversidade, Gestão de Unidades de Conservação, Serviços Ecossistêmicos Culturais, Cienciometria, Culturomica e divulgação científica.
ANA MALHADO
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
André é ecólogo e pesquisador de pós-doutorado no ICTA-UAB. Possui doutorado em Ecologia de Produção e Conservação de Recursos (Wageningen University), mestrado em Botânica (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e bacharelado em Ciências Biológicas (Universidade de São Paulo). André tem amplo interesse em pesquisas interdisciplinares nas áreas de etnoecologia, sistemas tradicionais de gerenciamento de recursos, ecologia de agroecossistemas e ecologia histórica. Sua pesquisa atual no Projeto LICCI (Indicadores Locais de Impactos das Mudanças Climáticas) se concentra em compreender as complementaridades entre o conhecimento ecológico tradicional e o conhecimento científico sobre mudanças climáticas.
ANDRÉ JUNQUEIRA
Universitat Autonoma de Barcelona (UAB)
André é ecólogo e pesquisador de pós-doutorado no ICTA-UAB. Possui doutorado em Ecologia de Produção e Conservação de Recursos (Wageningen University), mestrado em Botânica (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e bacharelado em Ciências Biológicas (Universidade de São Paulo). André tem amplo interesse em pesquisas interdisciplinares nas áreas de etnoecologia, sistemas tradicionais de gerenciamento de recursos, ecologia de agroecossistemas e ecologia histórica. Sua pesquisa atual no Projeto LICCI (Indicadores Locais de Impactos das Mudanças Climáticas) se concentra em compreender as complementaridades entre o conhecimento ecológico tradicional e o conhecimento científico sobre mudanças climáticas.
ANDRÉ JUNQUEIRA
Universitat Autonoma de Barcelona (UAB)
Andrew é modelador de ecossistemas e pesquisador de pós-doutorado na Universidade do Norte do Arizona. Tem um doutorado em EcoInformática (Universidade do Norte do Arizona), MSc. em Mudança e Gestão Ambiental (Universidade de Oxford) e um mestrado em Geografia (Universidade de Cambridge). Sua pesquisa integra modelos ecológicos com dados de campo e de sensoriamento remoto para quantificar serviços ecossistêmicos por diferentes comunidades de animais. Especificamente, ele se concentra na dispersão de nutrientes/sementes por animais e na importância que isso tem para a composição e função do ecossistema em todo o mundo.
ANDREW ABRAHAM
Universidade do Norte do Arizona
Andrew é modelador de ecossistemas e pesquisador de pós-doutorado na Universidade do Norte do Arizona. Tem um doutorado em EcoInformática (Universidade do Norte do Arizona), MSc. em Mudança e Gestão Ambiental (Universidade de Oxford) e um mestrado em Geografia (Universidade de Cambridge). Sua pesquisa integra modelos ecológicos com dados de campo e de sensoriamento remoto para quantificar serviços ecossistêmicos por diferentes comunidades de animais. Especificamente, ele se concentra na dispersão de nutrientes/sementes por animais e na importância que isso tem para a composição e função do ecossistema em todo o mundo.
ANDREW ABRAHAM
Universidade do Norte do Arizona
Camila é bióloga, formada pela UFSM (2009), com interesse em questões ecológicas, como entender os padrões de diversidade da Amazônia. Fiz mestrado (2011) no INPA trabalhando com o impacto de queimadas em florestas sazonalmente inundadas, igapós. Fez doutorado (2018) na Universidade de Gotemburgo, Suécia, investigando a diversidade da Amazônia com DNA ambiental. Fez pós-dourado na Universidade de Duisburg-Essen, Alemanha, com redes ecológicas de coocorrência com dados de DNA ambiental. Atualmente é pós doutoranda na UFPR, trabalhando com análises de DNA ambiental para monitoramento ambiental.
CAMILA DUARTE RITTER
Universidade Federal do Paraná
Camila é bióloga, formada pela UFSM (2009), com interesse em questões ecológicas, como entender os padrões de diversidade da Amazônia. Fiz mestrado (2011) no INPA trabalhando com o impacto de queimadas em florestas sazonalmente inundadas, igapós. Fez doutorado (2018) na Universidade de Gotemburgo, Suécia, investigando a diversidade da Amazônia com DNA ambiental. Fez pós-dourado na Universidade de Duisburg-Essen, Alemanha, com redes ecológicas de coocorrência com dados de DNA ambiental. Atualmente é pós doutoranda na UFPR, trabalhando com análises de DNA ambiental para monitoramento ambiental.
CAMILA DUARTE RITTER
Universidade Federal do Paraná
Carine é ecóloga com doutorado pela University of Bristol, Reino Unido. Possui bacharelado em Ciências Biológicas (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), mestrado em Ecologia (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e quatro anos de pós-doutorado na Universidade Estadual Paulista (UNESP-Rio Claro) e Estación Biológica de Doñana, Espanha. Sua linha de pesquisa combina teoria de redes ecológicas e pensamento evolutivo com história natural e ferramentas estatísticas.
CARINE EMER
Centro Nacional de Pesquisas e Conservação de Aves (CEMAVE-ICMBio)
Carine é ecóloga com doutorado pela University of Bristol, Reino Unido. Possui bacharelado em Ciências Biológicas (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), mestrado em Ecologia (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e quatro anos de pós-doutorado na Universidade Estadual Paulista (UNESP-Rio Claro) e Estación Biológica de Doñana, Espanha. Sua linha de pesquisa combina teoria de redes ecológicas e pensamento evolutivo com história natural e ferramentas estatísticas.
CARINE EMER
Centro Nacional de Pesquisas e Conservação de Aves (CEMAVE-ICMBio)
Carolina Freitas vem trabalhando na Amazônia desde 2011, com grande interesse no uso de recursos naturais por povos locais, e em suas estratégias para alcançar a sustentabilidade. Seu principal objetivo profissional é encontrar alternativas que possam conciliar conservação da biodiversidade com a qualidade de vida de povos locais. Carolina tem mestrado (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e doutorado em Ecologia (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), e seu trabalho atual tem enfoque no manejo do pirarucu (Arapaima sp.), um exemplo bem-sucedido de gestão participativa que vem ocorrendo em diversas áreas da Amazônia.
CAROLINA FREITAS
Manejo do pirarucu (Arapaima sp.)
Carolina Freitas vem trabalhando na Amazônia desde 2011, com grande interesse no uso de recursos naturais por povos locais, e em suas estratégias para alcançar a sustentabilidade. Seu principal objetivo profissional é encontrar alternativas que possam conciliar conservação da biodiversidade com a qualidade de vida de povos locais. Carolina tem mestrado (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e doutorado em Ecologia (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), e seu trabalho atual tem enfoque no manejo do pirarucu (Arapaima sp.), um exemplo bem-sucedido de gestão participativa que vem ocorrendo em diversas áreas da Amazônia.
CAROLINA FREITAS
Manejo do pirarucu (Arapaima sp.)
Felipe é biólogo (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS) e possui mestrado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA). Atua há 15 anos na Amazônia com pesquisa e extensão em projetos de conservação e promoção da Sociobiodiversidade. Tem experiência em processos de implementação e manutenção de sistemas de manejo participativos de pesca, com comunidades ribeirinhas e indígenas. É indigenista da OPAN e nos últimos anos vem se dedicando ao fortalecimento da Cadeia de Valor do pirarucu manejado.
FELIPE ROSSONI
Operação Amazônia Nativa (OPAN)
Felipe é biólogo (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS) e possui mestrado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA). Atua há 15 anos na Amazônia com pesquisa e extensão em projetos de conservação e promoção da Sociobiodiversidade. Tem experiência em processos de implementação e manutenção de sistemas de manejo participativos de pesca, com comunidades ribeirinhas e indígenas. É indigenista da OPAN e nos últimos anos vem se dedicando ao fortalecimento da Cadeia de Valor do pirarucu manejado.
FELIPE ROSSONI
Operação Amazônia Nativa (OPAN)
Flávia é pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA, Manaus), onde também desenvolveu sua tese de doutorado no Programa de Ecologia. É bióloga e mestre (Ciências Ambientais) pela Universidade de São Paulo. Atua há 25 na Amazônia, desenvolvendo pesquisas em Ecologia Vegetal. O maior interesse no momento é entender o funcionamento das florestas com lençol freático superficial, para determinar se podem atuar como refúgios para a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos conforme as condições de seca se tornam mais frequentes em função de mudanças climáticas.
FLÁVIA COSTA
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Flávia é pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA, Manaus), onde também desenvolveu sua tese de doutorado no Programa de Ecologia. É bióloga e mestre (Ciências Ambientais) pela Universidade de São Paulo. Atua há 25 na Amazônia, desenvolvendo pesquisas em Ecologia Vegetal. O maior interesse no momento é entender o funcionamento das florestas com lençol freático superficial, para determinar se podem atuar como refúgios para a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos conforme as condições de seca se tornam mais frequentes em função de mudanças climáticas.
FLÁVIA COSTA
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Franciany é bióloga e doutoranda em Zoologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e faz parte do Laboratório de Mamíferos da UFPB. Desenvolve pesquisas nas áreas de sistemas socioecológicos, conservação da biodiversidade, impacto antrópico sobre fauna e manejo de base comunitária de caça na Amazônia e África subsaariana. Atualmente também faz parte da Rede Fauna, um grupo de pesquisadores engajados com a conservação e manejo de fauna amazônica.
FRANCIANY BRAGA
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Franciany é bióloga e doutoranda em Zoologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e faz parte do Laboratório de Mamíferos da UFPB. Desenvolve pesquisas nas áreas de sistemas socioecológicos, conservação da biodiversidade, impacto antrópico sobre fauna e manejo de base comunitária de caça na Amazônia e África subsaariana. Atualmente também faz parte da Rede Fauna, um grupo de pesquisadores engajados com a conservação e manejo de fauna amazônica.
FRANCIANY BRAGA
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Hani é biólogo, com mestrado em Saúde e Produção Animal pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). Atualmente, ele é doutorando na Manchester Metropolitan University (MMU), Reino Unido. Hani trabalha na Amazônia desde 2007, estudando a ecologia e a biologia reprodutiva de mamíferos cinegéticos através de métodos participativos. Seu principal objetivo é refinar dados populacionais de espécies alvos de caça, a fim de implementar estratégias de manejo de caça robustas e sustentáveis. Em 2016, Hani recebeu o Green Talents Award, do Ministério de Pesquisa e Educação da Alemanha, por sua carreira em prol da sustentabilidade na Amazônia.
HANI EL BIZRI
Universidade Metropolitana de Manchester
Hani é biólogo, com mestrado em Saúde e Produção Animal pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). Atualmente, ele é doutorando na Manchester Metropolitan University (MMU), Reino Unido. Hani trabalha na Amazônia desde 2007, estudando a ecologia e a biologia reprodutiva de mamíferos cinegéticos através de métodos participativos. Seu principal objetivo é refinar dados populacionais de espécies alvos de caça, a fim de implementar estratégias de manejo de caça robustas e sustentáveis. Em 2016, Hani recebeu o Green Talents Award, do Ministério de Pesquisa e Educação da Alemanha, por sua carreira em prol da sustentabilidade na Amazônia.
HANI EL BIZRI
Universidade Metropolitana de Manchester
Izeni é bióloga, mestre em Biologia de água doce e pesca interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e doutora em Ciências Biológicas (Universidade Federal do Pará). Atualmente é professora titular da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e coordenadora do Laboratório de Evolução e Genética Animal (LEGAL) onde seu grupo de pesquisa obtêm dados de sequenciamento de DNA (mtDNA e Genômica) da fauna Amazônica para responder questões relacionadas a genética da conservação, ecologia molecular e filogeografia.
IZENI FARIAS
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Izeni é bióloga, mestre em Biologia de água doce e pesca interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e doutora em Ciências Biológicas (Universidade Federal do Pará). Atualmente é professora titular da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e coordenadora do Laboratório de Evolução e Genética Animal (LEGAL) onde seu grupo de pesquisa obtêm dados de sequenciamento de DNA (mtDNA e Genômica) da fauna Amazônica para responder questões relacionadas a genética da conservação, ecologia molecular e filogeografia.
IZENI FARIAS
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
João Henrique é biólogo, mestre em biologia de água doce e pesca interior e doutor em ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). João Henrique tem experiência profissional e acadêmica com pesquisas em ambientes aquáticos (rios, lagos, reservatórios etc.) com ênfase em limnologia, biogeoquímica e processos ecológicos. Atualmente trabalha como pós doutor junto a Universidade da Califórnia, Santa Barbara nos Estados Unidos, onde investiga a dinâmica de gases de efeito estufa em ecossistemas aquáticos, buscando entender como processos físicos e biológicos interagem e afetam o ciclo do carbono nesses ambientes.
JOÃO HENRIQUE FERNANDES AMARAL
Universidade da Califórnia
João Henrique é biólogo, mestre em biologia de água doce e pesca interior e doutor em ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). João Henrique tem experiência profissional e acadêmica com pesquisas em ambientes aquáticos (rios, lagos, reservatórios etc.) com ênfase em limnologia, biogeoquímica e processos ecológicos. Atualmente trabalha como pós doutor junto a Universidade da Califórnia, Santa Barbara nos Estados Unidos, onde investiga a dinâmica de gases de efeito estufa em ecossistemas aquáticos, buscando entender como processos físicos e biológicos interagem e afetam o ciclo do carbono nesses ambientes.
JOÃO HENRIQUE FERNANDES AMARAL
Universidade da Califórnia
John Terborgh é Professor Emérito de Ciência Ambiental na Universidade de Duke e tem afiliações atuais com a Universidade da Flórida - Gainesville e a Universidade James Cook, Cairns, Austrália. Seu trabalho se concentra na ecologia tropical. Ele realizou pesquisas nas Índias Ocidentais, América do Sul, África, Malásia e Nova Guiné e publicou mais de 300 artigos e 8 livros. Ele foi premiado com uma bolsa Pew em 1992 e tornou-se bolsista da MacArthur no mesmo ano. Ele recebeu a medalha Daniel Geraud Elliot pela Academia Nacional de Ciências em 1996. John permanece ativo atuando em pesquisa e conservação.
JOHN TERBORGH
Universidade Duke
John Terborgh é Professor Emérito de Ciência Ambiental na Universidade de Duke e tem afiliações atuais com a Universidade da Flórida - Gainesville e a Universidade James Cook, Cairns, Austrália. Seu trabalho se concentra na ecologia tropical. Ele realizou pesquisas nas Índias Ocidentais, América do Sul, África, Malásia e Nova Guiné e publicou mais de 300 artigos e 8 livros. Ele foi premiado com uma bolsa Pew em 1992 e tornou-se bolsista da MacArthur no mesmo ano. Ele recebeu a medalha Daniel Geraud Elliot pela Academia Nacional de Ciências em 1996. John permanece ativo atuando em pesquisa e conservação.
JOHN TERBORGH
Universidade Duke
Jorge é biólogo e doutor em Ecologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atualmente é professor titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), onde coordena o Laboratório de Ecologia Aplicada e Conservação (LEAC). Seus principais interesses de pesquisa são ecologia quantitativa, ecologia de peixes, avaliação de recursos pesqueiros e gestão pesqueira.
JORGE LUIZ RODRIGUES FILHO
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Jorge é biólogo e doutor em Ecologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atualmente é professor titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), onde coordena o Laboratório de Ecologia Aplicada e Conservação (LEAC). Seus principais interesses de pesquisa são ecologia quantitativa, ecologia de peixes, avaliação de recursos pesqueiros e gestão pesqueira.
JORGE LUIZ RODRIGUES FILHO
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Possui graduação em Biologia pela UFSC, mestrado na USP e doutorado na UNESP. Atualmente é professor e pesquisador no Departamento de Biologia da Universidade de Taubaté e coordenador do grupo ECOTROP (Grupo de Pesquisa e Ensino em Biologia da Conservação) do CNPq com linhas de pesquisa em Biologia da Conservação e Ensino de Ecologia por meio de projetos de pesquisa. Desenvolve atividades de iniciação científica com alunos de escolas passando por todas as etapas do método científico e utilizando a abordagem de Aprendizagem Baseada em Projetos. Desenvolve oficinas de fotografia em escolas e centros educacionais.
JÚLIO CESAR VOLTOLINI
Universidade de Taubaté
Possui graduação em Biologia pela UFSC, mestrado na USP e doutorado na UNESP. Atualmente é professor e pesquisador no Departamento de Biologia da Universidade de Taubaté e coordenador do grupo ECOTROP (Grupo de Pesquisa e Ensino em Biologia da Conservação) do CNPq com linhas de pesquisa em Biologia da Conservação e Ensino de Ecologia por meio de projetos de pesquisa. Desenvolve atividades de iniciação científica com alunos de escolas passando por todas as etapas do método científico e utilizando a abordagem de Aprendizagem Baseada em Projetos. Desenvolve oficinas de fotografia em escolas e centros educacionais.
JÚLIO CESAR VOLTOLINI
Universidade de Taubaté
Leandro possui graduação em oceanologia (UFRG) e doutorado em Biologia da Conservação (College of Environmental Science). Tem experiência na área de recursos pesqueiros e engenharia de pesca. Estuda a ecologia e a conservação dos peixes e da pesca em relação aos processos de mudança global. Mais recentemente, ele buscou entender como a pesca na Amazônia depende da cobertura do solo e da hidrologia dos rios. Leandro ensina Técnicas de Pesca e Ecologia de Sistemas e Conservação no Departamento de Conservação de Peixes e Vida Selvagem em Virginia Tech; sendo membro do corpo docente do Global Change Center.
LEANDRO CASTELLO
Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia
Leandro possui graduação em oceanologia (UFRG) e doutorado em Biologia da Conservação (College of Environmental Science). Tem experiência na área de recursos pesqueiros e engenharia de pesca. Estuda a ecologia e a conservação dos peixes e da pesca em relação aos processos de mudança global. Mais recentemente, ele buscou entender como a pesca na Amazônia depende da cobertura do solo e da hidrologia dos rios. Leandro ensina Técnicas de Pesca e Ecologia de Sistemas e Conservação no Departamento de Conservação de Peixes e Vida Selvagem em Virginia Tech; sendo membro do corpo docente do Global Change Center.
LEANDRO CASTELLO
Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia
Léo é Biólogo e atua como gestor de projetos da Operação Amazônia Nativa (OPAN). Possui mestrado em Agricultura dos Trópicos Úmidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Foi sócio fundador do Espaço Cultural Muiraquitã, em Manaus (AM), e trabalha há mais de 15 anos na Amazônia, atuando em projetos relacionados ao uso dos recursos naturais em parcerias com povos indígenas e extrativistas nas bacias dos rios Negro, Solimões e Juruá.
LEONARDO PEREIRA KURIHARA
Operação Amazônia Nativa (OPAN)
Léo é Biólogo e atua como gestor de projetos da Operação Amazônia Nativa (OPAN). Possui mestrado em Agricultura dos Trópicos Úmidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Foi sócio fundador do Espaço Cultural Muiraquitã, em Manaus (AM), e trabalha há mais de 15 anos na Amazônia, atuando em projetos relacionados ao uso dos recursos naturais em parcerias com povos indígenas e extrativistas nas bacias dos rios Negro, Solimões e Juruá.
LEONARDO PEREIRA KURIHARA
Operação Amazônia Nativa (OPAN)
Lisa Davenport é pesquisadora do Museu de História Natural da Flórida e do Departamento de Biologia da Universidade da Flórida, em Gainesville. Ela também é pesquisadora adjunta na Faculdade de Ciências e Engenharia da James Cook University em Cairns, Austrália. Lisa tem graduação em física (Colorado College), mestrado em gestão ambiental (Duke University) e doutorado em Biologia (University of North Carolina). Ela colaborou em numerosas pesquisas em países tropicais e foi membro fundadora da ParksWatch. Sua pesquisa atual se concentra no movimento e migração de animais na Bacia Amazônica.
LISA DAVENPORT
Univeridade da Flórida
Lisa Davenport é pesquisadora do Museu de História Natural da Flórida e do Departamento de Biologia da Universidade da Flórida, em Gainesville. Ela também é pesquisadora adjunta na Faculdade de Ciências e Engenharia da James Cook University em Cairns, Austrália. Lisa tem graduação em física (Colorado College), mestrado em gestão ambiental (Duke University) e doutorado em Biologia (University of North Carolina). Ela colaborou em numerosas pesquisas em países tropicais e foi membro fundadora da ParksWatch. Sua pesquisa atual se concentra no movimento e migração de animais na Bacia Amazônica.
LISA DAVENPORT
Univeridade da Flórida
Lívia é bióloga e mestre em ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Junto ao Instituto Juruá desde setembro de 2021, vem estudando percepções locais de mudanças climáticas, igualdade de gênero e iniciativas de conservação de base comunitária. Ela foi contemplada pela Fulbright-CAPES e vai realizar o doutorado nos EUA, estudando arranjos de manejo comunitário de espécies amazônicas de importância ecológica, cultural e econômica.
LÍVIA CRUZ
Instituto Juruá
Lívia é bióloga e mestre em ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Junto ao Instituto Juruá desde setembro de 2021, vem estudando percepções locais de mudanças climáticas, igualdade de gênero e iniciativas de conservação de base comunitária. Ela foi contemplada pela Fulbright-CAPES e vai realizar o doutorado nos EUA, estudando arranjos de manejo comunitário de espécies amazônicas de importância ecológica, cultural e econômica.
LÍVIA CRUZ
Instituto Juruá
É bióloga, com mestrado (Universidade de São Paulo) e doutorado (Unicamp) em Ecologia. Já atuou como professora na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e como pesquisadora em diversas ONGs na Amazônia. Tem interesse em políticas públicas aplicadas à conservação, com atenção para áreas protegidas. Adora ecologia de populações e modelos demográficos, principalmente para entender melhor o uso de recursos naturais. Atua bastante na interface entre a área acadêmica e trabalhos aplicados para conservação. Atualmente trabalha para o Observatório do Clima, ajudando com as estratégias para lidar com problemas ambientais no país.
MARIA ROSA DARRIGO
Observatório do Clima
É bióloga, com mestrado (Universidade de São Paulo) e doutorado (Unicamp) em Ecologia. Já atuou como professora na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e como pesquisadora em diversas ONGs na Amazônia. Tem interesse em políticas públicas aplicadas à conservação, com atenção para áreas protegidas. Adora ecologia de populações e modelos demográficos, principalmente para entender melhor o uso de recursos naturais. Atua bastante na interface entre a área acadêmica e trabalhos aplicados para conservação. Atualmente trabalha para o Observatório do Clima, ajudando com as estratégias para lidar com problemas ambientais no país.
MARIA ROSA DARRIGO
Observatório do Clima
Mark tem um mestrado em Ciência da Conservação pelo Imperial College London, com dissertação sobre biomassa acima do solo e diversidade de árvores na DRC. Mark tem um mestrado em Ciência da Conservação do Imperial College London, com dissertação sobre biomassa acima do solo e diversidade de árvores na RDC. O seu doutorado foi na Universidade de East Anglia, com foco em caça e manejo comunitário de recursos naturais no Juruá e Uatumã, na Amazônia Brasileira. Sua principal linha de pesquisa, é conservação baseada na comunidade e gestão de recursos naturais nos trópicos rurais, incluindo Brasil, Filipinas, Guiné Equatorial e Madagascar.
MARK ABRAHAMS
Sociedade Zoológica de Bristol
Mark tem um mestrado em Ciência da Conservação pelo Imperial College London, com dissertação sobre biomassa acima do solo e diversidade de árvores na DRC. Mark tem um mestrado em Ciência da Conservação do Imperial College London, com dissertação sobre biomassa acima do solo e diversidade de árvores na RDC. O seu doutorado foi na Universidade de East Anglia, com foco em caça e manejo comunitário de recursos naturais no Juruá e Uatumã, na Amazônia Brasileira. Sua principal linha de pesquisa, é conservação baseada na comunidade e gestão de recursos naturais nos trópicos rurais, incluindo Brasil, Filipinas, Guiné Equatorial e Madagascar.
MARK ABRAHAMS
Sociedade Zoológica de Bristol
Paulo é agrônomo com aperfeiçoamento no Programa Regional de Manejo de Vida Silvestre para Mesoamérica y el Caribe (Universidade Nacional de Costa Rica). Tem mestrado em Ciência Animal e Pastagens (Escola Superior de Agricultura Luíz de Queiróz) e doutorado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). Atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Produção Animal. Atua em: criação e manejo de animais silvestres (quelônios, capivaras, catetus, cutias e pacas), conservação de fauna por comunidades e levantamentos faunísticos.
PAULO ANDRADE
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Paulo é agrônomo com aperfeiçoamento no Programa Regional de Manejo de Vida Silvestre para Mesoamérica y el Caribe (Universidade Nacional de Costa Rica). Tem mestrado em Ciência Animal e Pastagens (Escola Superior de Agricultura Luíz de Queiróz) e doutorado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). Atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Produção Animal. Atua em: criação e manejo de animais silvestres (quelônios, capivaras, catetus, cutias e pacas), conservação de fauna por comunidades e levantamentos faunísticos.
PAULO ANDRADE
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Priscila é ecóloga de formação (UNICAMP), mas trabalha com pesquisa interdisciplinar desde o mestrado, particularmente com aspectos relacionados à pesca de pequena escala. Desde 2009, é professora da UFRN (Natal/RN), onde desenvolve pesquisas em manejo pesqueiro e resiliência socioecológica, sempre levando em conta o conhecimento ecológico acumulado por pescadores e pescadoras.
PRISCILA LOPES
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Priscila é ecóloga de formação (UNICAMP), mas trabalha com pesquisa interdisciplinar desde o mestrado, particularmente com aspectos relacionados à pesca de pequena escala. Desde 2009, é professora da UFRN (Natal/RN), onde desenvolve pesquisas em manejo pesqueiro e resiliência socioecológica, sempre levando em conta o conhecimento ecológico acumulado por pescadores e pescadoras.
PRISCILA LOPES
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Rafael Assis é biólogo, mestre em botânica e doutor em ecologia e gestão de recursos naturais. Por mais de uma década, tem trabalhado com diferentes aspectos da ecologia vegetacional na Amazônia, com ecologia florestal de florestas periodicamente inundadas, padrões de endemismo e especificidade de habitat, processos ecológicos que envolvem os efeitos do uso da terra e mudanças climáticas. Rafael é o atual coordenador do Biodiversity Research Consortium (BRC), colaboração bilateral entre pesquisadores do Brasil e da Noruega, que desenvolve projetos na Amazônia brasileira.
RAFAEL ASSIS
Museu de História Natural da Universidade de Oslo
Rafael Assis é biólogo, mestre em botânica e doutor em ecologia e gestão de recursos naturais. Por mais de uma década, tem trabalhado com diferentes aspectos da ecologia vegetacional na Amazônia, com ecologia florestal de florestas periodicamente inundadas, padrões de endemismo e especificidade de habitat, processos ecológicos que envolvem os efeitos do uso da terra e mudanças climáticas. Rafael é o atual coordenador do Biodiversity Research Consortium (BRC), colaboração bilateral entre pesquisadores do Brasil e da Noruega, que desenvolve projetos na Amazônia brasileira.
RAFAEL ASSIS
Museu de História Natural da Universidade de Oslo
É um cientista interdisciplinar da conservação. Possui graduação em Zoologia (Newcastle University, 1990) e doutorado em Ecologia na University of Oxford (1993). Trabalha com conservação, biogeografia, teoria evolutiva, ecologia, compreensão pública da ciência ambiental, culturomica e desenvolvimento e turismo sustentável. Atualmente é professor titular na Universidade Federal de Alagoas.
RICHARD LADLE
Universidade Federal de Alagoas
É um cientista interdisciplinar da conservação. Possui graduação em Zoologia (Newcastle University, 1990) e doutorado em Ecologia na University of Oxford (1993). Trabalha com conservação, biogeografia, teoria evolutiva, ecologia, compreensão pública da ciência ambiental, culturomica e desenvolvimento e turismo sustentável. Atualmente é professor titular na Universidade Federal de Alagoas.
RICHARD LADLE
Universidade Federal de Alagoas
Roberto é oceanógrafo formado pela Universidade do Rio Grande (RS) e pesquisador independente. Tem doutorado em Ecologia de Comunidades de Peixes e mestrado sobre Idade, Crescimento, Reprodução e Pesca de um recurso pesqueiro marinho, ambos no Instituto Oceanográfico da USP. Vem atuando em diagnósticos e monitoramentos ambientais na região costeira do estado de São Paulo desde 2006. Seu interesse atual é desenvolver um programa multidisciplinar de avaliação da produção sustentável de recursos vivos e de monitoramento de espécies indicadoras de qualidade ambiental e de mudanças climáticas na Amazônia.
ROBERTO ÁVILA BERNARDES
Ávila Ambiental
Roberto é oceanógrafo formado pela Universidade do Rio Grande (RS) e pesquisador independente. Tem doutorado em Ecologia de Comunidades de Peixes e mestrado sobre Idade, Crescimento, Reprodução e Pesca de um recurso pesqueiro marinho, ambos no Instituto Oceanográfico da USP. Vem atuando em diagnósticos e monitoramentos ambientais na região costeira do estado de São Paulo desde 2006. Seu interesse atual é desenvolver um programa multidisciplinar de avaliação da produção sustentável de recursos vivos e de monitoramento de espécies indicadoras de qualidade ambiental e de mudanças climáticas na Amazônia.
ROBERTO ÁVILA BERNARDES
Ávila Ambiental
Rona é bióloga, mestre em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e atua na Amazônia desde 2011. Atualmente é gerente de cooperação técnica em CT&I pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do governo do Estado. É também colaboradora do Território do Médio Juruá desde 2017, quando assumiu a primeira secretaria executiva do Fundo de Repartição de Benefícios do Médio Juruá. Concentra interesse no bem-estar e desenvolvimento de liberdades no campo, cadeias de valor sensíveis a gênero e fortalecimento de organizações comunitárias.
RONNAYANA SILVA
Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas
Rona é bióloga, mestre em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e atua na Amazônia desde 2011. Atualmente é gerente de cooperação técnica em CT&I pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do governo do Estado. É também colaboradora do Território do Médio Juruá desde 2017, quando assumiu a primeira secretaria executiva do Fundo de Repartição de Benefícios do Médio Juruá. Concentra interesse no bem-estar e desenvolvimento de liberdades no campo, cadeias de valor sensíveis a gênero e fortalecimento de organizações comunitárias.
RONNAYANA SILVA
Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas
Torbjørn tem trabalhado na Amazônia brasileira por quase 20 anos. É doutor pela Universidade de East Anglia (UEA), onde examinou a estrutura e a dinâmica das comunidades de plantas e animais em um grande mosaico de floresta de várzea e terra firme na Amazônia brasileira. Também é pós-doutor pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e UEA. Torbjørn é atualmente professor na Norwegian University of Life Sciences. Atua em: estudos de interações planta-animal, movimentos de animais, ecologia e sazonalidade de florestas de várzea, impactos da mudança do uso da terra na biodiversidade e ecologia, etc.
TORBJORN HAUGAASEN
Universidade Norueguesa de Ciências da Vida (NMBU)
Torbjørn tem trabalhado na Amazônia brasileira por quase 20 anos. É doutor pela Universidade de East Anglia (UEA), onde examinou a estrutura e a dinâmica das comunidades de plantas e animais em um grande mosaico de floresta de várzea e terra firme na Amazônia brasileira. Também é pós-doutor pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e UEA. Torbjørn é atualmente professor na Norwegian University of Life Sciences. Atua em: estudos de interações planta-animal, movimentos de animais, ecologia e sazonalidade de florestas de várzea, impactos da mudança do uso da terra na biodiversidade e ecologia, etc.
TORBJORN HAUGAASEN
Universidade Norueguesa de Ciências da Vida (NMBU)
Whaldener é um ecólogo e entusiasta da natureza, estudando e contemplando vários aspectos relacionados à conservação nos neotrópicos e, mais particularmente, a ecologia e conservação de vertebrados terrestres. Se integrou ao Projeto Médio Juruá nos primeiros anos de sua existência. É bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e PhD em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais pela Universidade Norueguesa de Ciências da Vida (NMBU). Whaldener trabalha atualmente como professor adjunto pela Universidade Federal de Roraima.
WHALDENER ENDO
Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Whaldener é um ecólogo e entusiasta da natureza, estudando e contemplando vários aspectos relacionados à conservação nos neotrópicos e, mais particularmente, a ecologia e conservação de vertebrados terrestres. Se integrou ao Projeto Médio Juruá nos primeiros anos de sua existência. É bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e PhD em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais pela Universidade Norueguesa de Ciências da Vida (NMBU). Whaldener trabalha atualmente como professor adjunto pela Universidade Federal de Roraima.
WHALDENER ENDO
Universidade Federal de Roraima (UFRR)